segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Trabalho Prático 4 -  Mundo do Personagem.

Neste trabalho, integrando parte de características com todos os outros trabalhos de Estúdio, consiste em receber um cliente aleatório, de autoria de outro aluno, e a partir de um estudo muito aprofundado, criar um mundo adaptado para ele. 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Maquete e Tratamento de Imagens

Maquete:






















Desenhos:

Corte AA

Lateral Direita

Corte BB

Lateral Esquerda
Vista Superior

Vista Posterior

Vista Frontal

Planta Superior

Planta Inferior

Perspectiva Militar Trimétrica

quarta-feira, 26 de março de 2014

A Arquitetura da Felicidade (3ª resenha)

Nesta obra, Alain de Botton mostra, de forma precisa, vários tipos de arquitetura em diversos países, mostrando sua arquitetura e formas de usar objetos antigos. Ele mostra a Grã-Bretanha com uma arquitetura contemporânea, sem novidades ou modernidade, com construtores que constroem casas igual "Pastiche". Já a Holanda, demonstra uma construção com otimismo em relação à sociedade. No Japão, ele mostra suas casas luxuosas culminando com tranquilidade e simplicidade.

São abordados sentimentos nostálgicos trazidos em relação ao homem na formação de suas casas. Mostrando diversos exemplos como construções, quadros e esculturas, e assim, essas pequenas coisas nos despertam grandes sentimentos, como doces lembranças.

Sendo assim, o autor acredita que a arquitetura não é apenas estética, projeção ou arte; ela contribui na resolução de problemas pessoais. Como, por exemplo, as casas japonesas, que usufruem de uma arquitetura tão moderna que, apesar de suas casas utilizarem de artigos contemporâneos, são felizes por pertencer ao mundo moderno. Então, como é a casa perfeita?

A casa perfeita é aquela que fugimos da rotina do nosso dia-a-dia e nos refugiamos nesse lar que exprime felicidade. É aquela casa que, apesar dos aspectos antigos, é combinada com informalidade de aspectos flexíveis, novas tecnologias e acessoa a espaço e luz. "A casa perfeita traz um estado de espírito" , diz Alain. 

Enfim, entende-se que essa é uma obra importante, pois as discussões nela apresentadas são de total importância para o entendimento aprofundado sobre a arquitetura, pois é através dela que mudamos o nosso pensamento contemporâneo e criamos novas ideias para um lar. Somos, muitas vezes, forçado a visualizar lugares diferentes, e é aí que se encontra a importância da arquitetura, pois poucas pessoas estão conscientes de que a arquitetura vai além de projetos e design; ela arrecada sentimentos tanto físicos quanto psicológicos. 

Frank Gehry (2ª Resenha)

Frank Gehry

Frank Gehry é um dos mais famosos e enigmáticos arquitetos do mundo, reverenciado por seu estilo desconstrutivista e uso inventivo de diferentes materiais em formas arrojadas. É conhecido pelo seu design repleto de estruturas curvas, geralmente em metal. Além de um simples arquiteto, é um artista, que arrisca misturar o livre-arbítrio da arte com o concreto da física. 

Gehry relaciona suas obras arquitetônicas com tecnologias atuais; uma espécie de simbiose de beleza e tecnologia. Confronta regras pré-determinadas da arquitetura, desafiando as leis da física com criações exóticas, fora do comum.

Em relação à profissão, acredita que toda ideia deve ser experimentada. Toda criação, em sua visão, provém de aproveitar ideias, relacionar a qualquer coisa e obter um produto final. Um exercício de reflexão sobre o que nos toca em relação ao outro.

Faz-se uma ótima comparação entre ser um jovem cheio de sonhos e anseios, e da experiência de envelhecer e perceber que o que fazemos não se reflete no agora, e que o trabalho em equipe é de extrema importância. Ele diz que a perfeição não existe ou não pode ser alcançada. Com o tempo, a frustração diminui e relaxar diante da imperfeição fica mais fácil.

Gehry distorce suas construções, constrói prédios novos em cima de casas antigas, sem destruí-las, e que as regras, quebradas, possibilita que as pessoas possam interagir com as suas criações. 

Gehry é um artista do seu tempo, que imprime em suas obras, incluindo as novas tecnologias, o contexto em que vive. Aqui é importante pensar que a tecnologia não cria, mas projeta, permite, possibilita superar. Esta deve ser a postura da educação diante dessa Era de Novas Tecnologias. Aproveitá-la como uma ponte, como ferramenta fundamental da expressão e criatividade humanas. 

Stata Center

Dancing House (Casa Dançante)

Beekman Tower. 



terça-feira, 25 de março de 2014

Desenhos Livres






A História da Arte (1ª Resenha)



A História da Arte (LTC, 1993), escrito por Ernst Gombrich traz, em seu capítulo introdutório, o início de entendimento sobre a arte e, dividido em sub tópicos, os pontos principais a ser estudados, dispostos de modo completo e descomplicado, fazendo-se de uma leitura leve e cheia de exemplos, para que leigos possam entrar neste mundo e entendê-lo bem.
A imaginação e a criatividade, dois dos sub tópicos do texto, estão, por um lado ligados, e por outro, divergentes. A imaginação por si só é o sonhar, inventar e tocar com a mente um objeto que se pensa; é algo bastante discutido, já que não se sabe como funciona completamente, mas que dá uma ajuda significante para tudo que é criado e debatido. A criatividade, por outro lado, pode ser treinada e focada de modo a afunilar uma determinada habilidade e criar coisas novas. Este, juntamente com a imaginação, possuem passos de observação, estudo e criação final; Ver, aprender e inventar, gerar um objeto final.
Podemos dizer, grosso modo, que a originalidade está rara nos dias de hoje. Até o mais dos abstratos já tem uma categoria a ser preenchida: Abstrato. O que importa é o modo com que aquela obra ou arte se comporta diante dos outros elementos que estão inseridos. Uma pintura de pessoas, ou um objeto que pode ser posto em cima da mesa, apesar de serem "cópias" de artes anteriores, podem ser únicos dependendo da criatividade do autor, e do que ele imaginou que seria aquela sua criação.
Outro ponto muito divergente na área das artes em geral é o "gostar e não gostar". Não há muito para dizer, pois vem diretamente do gosto da pessoa (e aqui entram várias coisas, como modo que foi educado, o que estudou etc.). O que, para um, pode chegar muito próximo à perfeição, para outro, chega a ser uma má arte, mas isso dizendo de gosto pessoal. Agora, se for procurado à parte técnica, o modo que foi traçado/esculpido, e for estudada a cabeça do autor para entender o que ele quer dizer com aquilo tudo, pode-se sim chegar a um consenso entre todos, mas aí não seria mais um "gostar"; seria mais para um lado técnico e profissional.
Assim, possui um objetivo a que a obra foi feita, tendo como foco o que foi dito anteriormente. Mas além de se fazer algo para o prazer e deleite de um público (específico ou não), tem de haver um "gostei" vindo do artista. Há artes que agradam a todos, menos o criador, e isto pode ocasionar efeitos negativos a ele, mesmo recebendo críticas positivas do público. Antes de tudo, a criação tem que trazer confiança ao artista, mostrar que ele está no topo e invencível com aquela tal peça, para aí mostrar para o mundo. Pode-se ter uma confiança tão absurda, que criticas negativas não o atingirá e ficará bem, mas se não for algo inovador e não trazer admiração por parte de quem está fora, qualquer tipo de proteção está fora de cogitação.
O modo de olhar para uma obra de arte está quase que na mesma área do gostar. Tem de ter um diálogo visual, algo que chame a atenção, que instigue e que faça prender a pessoa, independente se já pesquisou a base daquela obra. O olhar sobre a arte depende muito, também, do conhecimento do artista no mundo; quem é ele, o que já fez e se tal pessoa é boa no que faz ajuda bastante. Deve-se manter um equilíbrio entre o lado profissional e pessoal, vendo tanto técnicas quanto gostos. Tombar para um lado pode significar ascensão ou decaimento de tal artista sem o devido reconhecimento, e o olhar está justamente aí; não ter um erro humano, grosseiro.
Outro ponto a ser citado, mas mais curto comparado a outros tópicos gerais da arte, é o retrato (ou autorretrato). A observação do modo que o artista pintou, a investigação por trás de pontos minuciosos pode-se trazer diferentes alegorias e significados de vida tanto de quem fez quanto de quem foi utilizado como modelo. Técnicas de olhar, de pintura, modo como estão dispostos no quadro, roupas e objetos; tudo isso traz diferentes pensamentos sobre, e, consequentemente, diferentes argumentos e resultados a cada um.

Primeiro trabalho de Comunicação I

Capa da Banda de Jazz do Sanso