quarta-feira, 26 de março de 2014

A Arquitetura da Felicidade (3ª resenha)

Nesta obra, Alain de Botton mostra, de forma precisa, vários tipos de arquitetura em diversos países, mostrando sua arquitetura e formas de usar objetos antigos. Ele mostra a Grã-Bretanha com uma arquitetura contemporânea, sem novidades ou modernidade, com construtores que constroem casas igual "Pastiche". Já a Holanda, demonstra uma construção com otimismo em relação à sociedade. No Japão, ele mostra suas casas luxuosas culminando com tranquilidade e simplicidade.

São abordados sentimentos nostálgicos trazidos em relação ao homem na formação de suas casas. Mostrando diversos exemplos como construções, quadros e esculturas, e assim, essas pequenas coisas nos despertam grandes sentimentos, como doces lembranças.

Sendo assim, o autor acredita que a arquitetura não é apenas estética, projeção ou arte; ela contribui na resolução de problemas pessoais. Como, por exemplo, as casas japonesas, que usufruem de uma arquitetura tão moderna que, apesar de suas casas utilizarem de artigos contemporâneos, são felizes por pertencer ao mundo moderno. Então, como é a casa perfeita?

A casa perfeita é aquela que fugimos da rotina do nosso dia-a-dia e nos refugiamos nesse lar que exprime felicidade. É aquela casa que, apesar dos aspectos antigos, é combinada com informalidade de aspectos flexíveis, novas tecnologias e acessoa a espaço e luz. "A casa perfeita traz um estado de espírito" , diz Alain. 

Enfim, entende-se que essa é uma obra importante, pois as discussões nela apresentadas são de total importância para o entendimento aprofundado sobre a arquitetura, pois é através dela que mudamos o nosso pensamento contemporâneo e criamos novas ideias para um lar. Somos, muitas vezes, forçado a visualizar lugares diferentes, e é aí que se encontra a importância da arquitetura, pois poucas pessoas estão conscientes de que a arquitetura vai além de projetos e design; ela arrecada sentimentos tanto físicos quanto psicológicos. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário